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Para
muitos, uma banheira-spa
de hidromassagem chega a ser "símbolo de status",
algo supérfluo. Para outros, pura curtição! Porém,
essa é uma visão limitada. E por isso a Piscina
E Sossego Online fez questão de editar tudo sobre HIDROTERAPIA,
um recurso saudável que a Humanidade já
conhece e utiliza há muito mais tempo do que você imagina.
Aqui, você verá todos os efeitos terapêuticos
que a hidromassagem produz sobre o nosso corpo, mente
e espiritualidade. Separando o que é mito
do que é verdade, demonstra-se que
uma sessão de relaxamento numa spa
de hidromassagem traz inúmeros benefícios
terapêuticos ao nosso organismo e melhora nossa qualidade
de vida cotidiana. Conheça mais sobre a história
da hidroterapia e... o que você está esperando
para ter a sua banheira de hidromassagem em casa ?


Inicialmente,
refere-se a todo tipo de técnicas em aplicação
externa de água com finalidades terapêuticas,
fazendo-se uso da água, em seus diferentes estados e temperaturas,
para a prevenção e tratamento de enfermidades.
Hidroterapia
é um método tradicional de tratamento que
vem sendo usado por diferentes culturas há muitos séculos,
principalmente por romanos, chineses, japoneses, egípcios e hebreus.
A
origem da palavra hidroterapia deriva das palavras
gregas:
hydor
= água e therapeia
= cura
Trata-se,
portanto, de uma prática antiga de efeitos diaforéticos,
diuréticos, eméticos, hipnóticos,
purgativos, sedativos e estimulantes, que
se faz a partir de água quente, morna, fria ou sob a forma de
gelo.
Afirma-se
também, que há milhares de anos o Homem
vem se utilizando da imersão de ferimentos,
ou partes de seu corpo traumatizadas, em água corrente
e/ou confinada, para aliviar dores, obter prazer e boas sensações
de conforto e relax.


Não
se sabe exatamente em que momento a hidroterapia
foi utilizada pela primeira vez com finalidade terapêutica,
porém alguns relatos de 2.400 a.C. sugerem que a cultura
indiana usava instalações higiênicas,
e que os antigos egípcios, assírios e muçulmanos
faziam o uso de fontes minerais com propósitos curativos. Sabe-se
que os hindus, em 1.500 a.C., empregavam a água
para combater a febre.
A
maioria dos povos da Antigüidade respeitavam ou cultuavam
as águas correntes, especialmente as fontes de água
pura. Médicos japoneses, assim como chineses,
gregos e romanos, faziam uso dos banhos termais bem
antes da vinda de Cristo. E os antigos gregos,
que apreciavam muito o bem estar físico e mental, desenvolveram
centros urbanos próximos às nascentes e rios, utilizando-os
para banhos e recreações. A partir de 500 a.C.
ocorreu a transição do misticismo para o tratamento
físico.
Hipócrates
(460 a 365 a.C.) , conhecido como patrono
da medicina ocidental moderna, já se utilizava
de água quente e fria - banho de contraste
- em tratamento de doenças em sua época, na Grécia
antiga antes de Cristo.
Os
romanos utilizavam amplamente a água tanto como finalidades
terapêuticas, quanto recreacionais. Os banhos
presentavam centros onde se realizavam as atividades intelectuais,
recreacionais, de saúde e higiene.
Dispunham
de vários tipos de banhos
entre eles:
Frigidarium:
banho frio utilizado após provas de atletismo e para fins recreacionais.
Tepidarium:
consistia em um aposento contendo ar aquecido.
Calcadirum:
banho quente.
Sudatorium:
consistia em um aposento saturado de ar quente e úmido
afim de promover a sudorese.
Por
volta de 339 d.C. alguns desses banhos passaram a ser indicados
para o tratamento de doenças reumáticas, paralisias
e efeitos posteriores à lesões. As queimaduras eram
tratadas com banhos prolongados.
Com
o declínio do Império Romano, houve uma queda
no uso dos banhos e os padrões de higiene e moral foram diminuídos.
Os
antigos cristãos baniram o uso de banhos públicos
e a Igreja da Idade Média proibiu o uso de
forças físicas, como a água, associando-as
ao paganismo. A supressão da hidroterapia durou
por toda a Idade Média, porém, por volta dos
séculos XV, XVI e XVII, o uso da água com propósito
de cura adquiriu algum reconhecimento por parte dos médicos
europeus.
Durante
o século XIX,
os banhos quentes vieram a ganhar popularidade e a devida
notoriedade merecida, principalmente entre a população
ocidental. A respeitabilidade dos meios acadêmicos em virtude
deste tipo de tratamento foi decisivo para promover sua prática
e divulgação.


Em
1647, John Wesley
publicou o primeiro livro de hidroterapia
entitulado: "Uma forma fácil e natural de curar a maioria
das doenças".
Depois
dele, chegou a vez de Sir John Floyer escrever um tratado a respeito
da técnica, em 1697, chamado "Um inquérito sobre
a utilização correta e o uso e abuso dos banhos quentes,
frios e temperados".
No
século XVIII, mais precisamente em 1779,
Dr. Whright publicou um novo tratado sobre o assunto, abordando
o uso do frio no tratamento da varíola, entretanto, naquela
época, os acadêmicos clínicos pouco se preocupavam,
ou levavam em consideração a terapia natural.
Johann
S. Hahn (1696-1773) é considerado por muitos,
o pai da hidroterapia moderna
por tratar muitos de seus pacientes utilizando e aperfeiçoando
esta técnica.
O
pastor siberiano, Vicent Pressnitz, tinha à disposição
tempo e água suficientes. Ele transformou um ambiente florestal
em um lugar de banhos externos e colocou seus pacientes em um programa
de tratamento que incluíam duchas frias, massagens e cortes de
lenha, praticamente antecipando nosso atual SPA.
Os médicos da ocasião viram seu sucesso com preocupação
e tentaram colocar um ponto final nesta prática.
Já
no século XIX, houve um sacerdote chamado Sebastian
Kneipp que também ajudou à popularizar o uso
terapêutico da água, o qual ficou bem conhecido por suas
"curas aquáticas".
Tornou-se uma figura emblemática entre seus contemporâneos,
colaborando a difundir, através de sua fama, as propriedades
benéficas ao corpo a partir de banhos de imersão.
Enquanto
isso, na América do Norte, o Dr. Joel Shaw desenvolveu
a "cura aquática" sob um ponto de vista mais sistemático
em seu estabelecimento em Nova Iorque. O que levou a contribuir
muito a difundir o conceito do uso da água para cuidar de enfermidades.
O
professor Wilhelm Winternitz, cuja
origem era de Viena / Áustria, onde morou e realizou seus
experimentos, dedicou a sua vida inteira aos estudos científicos
da prática hídrica e deu uma grande base
de sustentação precisa para a hidroterapia
moderna. Perseguiu e descreveu respostas técnicas
para explicar as reações do corpo humano a todos os efeitos
exercidos pela água.
O
Dr. Simon Baruch expandiu o uso da hidroterapia;
e desta forma, o seu trabalho passou a girar em torno das questões
de contraste do frio e do calor da água.
A
hidroginástica - ou
os exercícios aquáticos dentro de águas
quentes - já eram recomendados no final do século XIX.
Entretanto, os exercícios aquáticos só começaram
a ser sistemas desenvolvidos após a construção
do primeiro tanque de HUBBARD na década de 1920.
As
duas guerras mundiais, principalmente a Segunda
Grande Guerra (1939-1945), devido a grande quantidade de pacientes
ortopédicos, salientaram a necessidade do uso da água
para os exercícios da manutenção do condicionamento
e atuaram como precursores para o ressurgimento do uso da piscina
de hidroterapia e a sua utilização para o tratamento
de uma ampla faixa de doenças.
Em
decorrência da valorização e aceitação
da hidroterapia, cresceram muito
os estudos sobre seus efeitos nas diferentes patologias procurando determinar
as melhores técnicas para cada uma.


O efeito curativo da hidroterapia é baseado em seus efeitos
mecânicos e termais. Explora-se
a reação do corpo ao estímulo quente e frio,
à pressão exercida pela água e à sensação que isso proporciona. Os nervos
carregam impulsos sentidos na pele para o interior do corpo, onde estimulam
o sistema imunológico, aumentam a circulação, melhoram a digestão e
diminuem a sensação de dor.
Geralmente
o calor acalma e relaxa o corpo, diminuindo a atividade dos órgãos internos.
Já o frio, estimula e revigora a atividade interna. Se você está com
os músculos tensos e ansiedade causada pelo estresse, um banho quente
ou ducha pode resolver. Se está se sentindo cansado e/ou estressado,
você pode tentar tomar um banho morno, seguido de uma ducha fria rápida
para ajudar na estimulação de seu corpo e sua mente.
A
água funciona como um canal condutor de frio e
calor neste processo. Associado aos estímulos térmicos,
vários estímulos químicos e mecânicos
exercem, simultaneamente, o seu papel. Os processos hidroterapêuticos
podem ser preparatórios, complementares ou adjuntos ao exercício
terapêutico ativo.
Eles
atuam tanto na superfície do corpo quanto em todo o organismo, internamente.
Não somente o fluxo sangüíneo e o equilíbrio
do calor são afetados, mas também o metabolismo, o sistema
nervoso, a composição do sangue, a secreção de várias glândulas e a
psique intelectual.


A
hidroterapia é indicada
para tonificar o corpo, estimular a digestão, a circulação, o sistema
imunológico e aliviar a dor.
A
água parece ter um poder especial no combate ao estresse,
além de rejuvenescer o corpo. Ela age sobre a pele e os músculos,
acalma os pulmões, coração, estômago e sistema endócrino estimulando
os reflexos nervosos na espinha dorsal.
Nos
dias de hoje, para a efetiva prática da hidroterapia, temos
várias técnicas conhecidas e utilizadas, sendo elas as duchas,
massagens, saunas,
banhos de imersão (completos ou parciais) e as compressas.
Alertamos
aos diabéticos que evitem aplicações
quentes nos pés e pernas. Evitem também tratamentos quentes
para o corpo todo. Destacamos ainda que pessoas com esclerose
múltipla, diabetes, mulheres grávidas,
ou quem tem pressão arterial muito alta ou baixa,
devem evitar banhos de imersão longos e quentes, assim como na
sauna.
Banhos
frios para os pés, devem ser evitados em pessoas propensas à
irritações na bexiga, assim como àquelas
que sofrem de reumatismo nos dedos dos pés e
bacia, ou que têm inflamações pélvicas.
Lmebramos
aqui que pessoas mais idosas, ou crianças muito novas, podem
se cansar pelo calor excessivo das saunas ou banhos de
imersão.


A
HIDROTERAPIA proporciona uma série de benefícios
saudáveis, seja de ordem meramente física, quanto emocional. Vários
efeitos naturais são explicados pela Física,
e nos revelam o quanto um banho
de imersão pode nos fornecer importantes vantagens
no combate aos sintomas incapacitantes das afeções neurológicas.
Três
apreciáveis vantagens podem ser aproveitadas com a
utilização dos recursos hidroterapêuticos.
Primeiro:
o calor proporcionado pela água quente. Atuando sobre as estruturas
circulatórias nervosas e músculo-esqueléticas, o calor pode contribuir
de forma bastante eficaz para a restauração motora, nas paralisias periféricas,
sobretudo as de causas traumáticas.
Segundo:
a água quente pode atuar como relaxante da hipertonia muscular,
facilitando a execução de movimentos voluntários.
Terceiro:
quando se empregam as piscinas e os tanques, a imersão do corpo dentro
da água retira a influência da força da gravidade, permitindo
a realização de movimentos simples ou mesmo da marcha, impossíveis de
serem realizados em outras circunstâncias.
Quanto
a ação antiespasmódica da água quente, é bom
ressaltar a natureza bastante relativa deste efeito. É preciso considerar
que, para obter-se uma redução útil da espasticidade, é preciso obter
temperaturas de 38°C a 40°C. A conseqüência disto
é que a esta temperatura pode ocorrer que uma certa debilidade, levando
o paciente a apresentar pouca resistência física ao tratamento de recuperação.
Os
principais efeitos da hidroterapia são divididos em
dois: efeitos térmicos e efeitos mecânicos.
E esses dois juntos produzem um efeito terapêutico no organismo
humano.
Veja
agora, os principais efeitos terapêuticos da água
quente sobre o corpo humano:
1)
Ameniza dores (a sensação de dor diminui com
a exposição prolongada ao calor) e promove espasmo
muscular;
2)
Proporciona relaxamento físico e emocional,
diminuição do tônus e melhora postura/flexão;
3)
Favorece o aumento das ADM's*
direta e indiretamente;
->
direta: pela diminuição da descarga de peso interarticular.
->
indireta: pela diminuição do tônus e da dor.
4)
Reeducação de músculos paralisados;
5)
Fortalecimento dos músculos e desenvolvimento de sua resistência;
6)
A ação antigravitacional da água diminui
descarga de peso corporal, por isso favorece atividades funcionais de
marcha nas articulações (estabilização
dos movimentos);
7)
Favorece a circulação sangüínea pois
diminui a pressão arterial média (vasodilatação;
8)
Aumento da diurese e conseqüente aumento da natriurese;
9)
Reforça sua moral, ativa bons pensamentos e melhorando sua auto-estima;
10)
Aumento da extensibilidade do tecido colágeno (diminuição
da rigidez articular);
11)
Diminuição da secreção do hormônio
anti-diurético (ADH);
12)
Promove vasodilatação / diminuição
da sensação da fibra nervosa rápida (tato)
e auxilia no alongamento muscular;
14)
Estimula o equilíbrio do corpo, devido a pressão
hidrostática;
15)
Diminuição de edemas;
16)
Melhoria das vias respiratórias (favorece movimentos
de expiração e inspiração).
A
medida que a dor é aliviada, o paciente é capaz de se mover com maior
conforto e ocorre um aumento de amplitude de movimento de suas articulações,
devido a um efeito gravitacional mais baixo dentro d'água.
É
justamente o efeito de flutuação
do corpo na água que induz o relaxamento e alivia a dor. Tal propriedade
da água permite ao paciente mover suas articulações mais facilmente
e com menor esforço do que se ele efetuasse o mesmo movimento em terra,
ao ar livre.
Isso
combinado aos efeitos do calor, alcança-se uma melhoria significativa
de movimentação. Podemos concluir então que um paciente muito pesado,
com dificuldades de locomoção, sob pressão do efeito de gravidade natural,
pode se mover, e ser movido, mais facilmente e com menor desconforto,
dentro de uma piscina.
A
pressão hidrostática da
água sobre as partes do corpo submersas fará com que ele permaneça na
posição vertical. Este suporte em conjunto com o alívio do peso da flutuação,
dará confiança ao paciente que tem dificuldades em andar, e pode capacitá-lo
a caminhar na piscina antes que ele consiga caminhar em terra firme.
Uma
progressão gradual dos exercícios pode ser obtida utilizando a flutuação,
inicialmente para auxiliar o movimento, a
seguir como suporte e finalmente como resistência. Cada variação dos
exercícios pode ser modificada pelo uso de flutuadores, pela modificação
da velocidade do movimento e pela criação de turbulências. Com o resultado
desta graduação, um exercício adequado pode
ser selecionado para qualquer força do músculo, especialmente
aqueles que estão muito debilitados e a medida que o músculo ganha força,
os exercícios são modificados de forma a exigir uma resposta máxima
deste músculo.
Estes
exercícios estimulam as vias cerebelares e vestibulares
(equilíbrio do corpo) devido a atuação das duas forças (empuxo
e peso) com a ação de rotações.
EFEITOS
TÉRMICOS
Com
um ganho exagerado de calor, o organismo reage e começa a transpirar;
o suor evapora na pele, realizando o esfriamento do corpo. Se forem
impedidos a irradiação de calor e a evaporação da transpiração, a temperatura
do corpo aumentará imediatamente, e sistematicamente ocorre a mesma
coisa se o corpo é exposto a calor externo, como é o caso de banhos
quentes.
Com
a perda de temperatura, o corpo reage de maneira diferente.
Nesse caso, a produção de calor é elevada pelo aumento dos processos
metabólicos e pelos movimentos musculares na forma de contração. Deste
modo, o corpo tenta manter um equilíbrio de calor. A formação de transpiração
não é somente um fator importante de regulagem de temperatura, mas também
representa um papel importante de excreção.
O
sistema vascular sadio responde ao calor e
ao frio numa reação vascular. O calor dilata
os vasos sangüíneos e o frio os contrai. No entanto, uma aplicação
prolongada do frio também dilata os vasos sangüíneos, aumentando
a circulação, processo este reconhecido como hipertermia
(elevação da temperatura do corpo acima de 36,5°C) reativa.
A dilatação dos vasos sangüíneos estende-se aos capilares, artérias
e veias. Ela resulta posteriormente da reabertura de leitos capilares
fechados e causa um eritema na pele, durante o tempo em que o tônus
dos vasos sangüíneos permanece constante apesar da expansão.
EFEITOS MECÂNICOS
PRESSÃO
HIDROSTÁTICA: É a pressão de água existente sobre uma superfície
em particular. Exemplificamos isso analisando uma coluna de água,
onde sua pressão hidrostática depende da altura da coluna,
da densidade do meio e da aceleração causada pela gravidade.
A pressão hidrostática aumenta linearmente conforme a altura da coluna
de água.
Isso
significa que a pressão na superfície do corpo humano aumenta continuamente
quanto mais profundo se mergulhar na água. Por isso, se uma pessoa fica
em pé, aproximadamente com a metade do corpo submergido na água, a pressão
hidrostática auxilia o retorno venoso dos vasos
sangüíneos da perna. A submersão total afeta o coração
e os vasos sangüíneos.
Deve
ser mencionado aqui, que a pressão hidrostática e a temperatura
da água podem opor-se uma a outra. Isto quer dizer que a pressão
produz uma leve contração, enquanto que a água com temperatura
morna, causa uma dilatação dos vasos sangüíneos.
Se a pressão diminuir, a temperatura
exercerá seus efeitos sem obstáculos. Isso resulta na dilatação
dos vasos sangüíneos e num deslocamento do
sangue para as zonas periféricas do corpo, levando a um
colapso circulatório.
Isto
ocorre com freqüência quando se sai de um banho
de imersão. Pessoas sujeitas a problemas circulatórios
deveriam permanecer sentadas na banheira até que toda a água tenha sido
retirada.
FORÇAS
FLUTUANTES: sob a definição da Física,
a flutuação de um corpo sólido submergido num líquido é igual ao peso
do volume do líquido deslocado (segundo o Princípio
de Arquimedes).
Num
banho de banheira total, o peso real de uma pessoa com aproximadamente
70kg é ao redor de 7 kg,
se sua cabeça permanecer fora da água.
Por
causa da aparente redução do peso do corpo na água, a flutuação
é um fator muito importante, especialmente para o exercício
na água.
RESISTÊNCIA
FRICCIONAL: assim como a flutuação, a resistência
friccional da água representa um auxiliar terapêutico considerável.
Esta depende da superfície que se trabalha, do tamanho
do corpo e da velocidade de movimento exercido dentro
da água.
Quanto
maior a superfície que se trabalha e quanto mais rápido o movimento,
maior será a resistência friccional, e vice-versa. A resistência
friccional é utilizada terapêuticamente para o fortalecimento
de músculos enfraquecidos. Além disso, os seus efeitos podem ser coordenados
com aqueles encontrados durante os movimentos realizados na água.
ESTUDOS
INDICAM: 'SPAS' PODEM AJUDAR CONTROLE DA DIABETE
A
indústria de spas
está sempre a procura de pesquisas que mostrem os benefícios
terapêuticos da água quente. Enquanto a maioria dos
argumentos de marketing está focado no uso de spas
para aliviar dores de artrite e proporcionar uma noite bem dormida aos
insones, um novo estudo publicado recentemente no New England
Journal of Medicine mostra que spas podem ser
benéficas para pessoas com diabete, uma doença que
afeta cerca de 15,7 milhões de americanos.
Um
grupo de pesquisa dirigido pelo Dr. Philip L. Hooper
do McKee Medical Center em Loveland/Colorado,
descobriu que a permanência diária de 30 minutos em spa, seis dias
por semana durante três semanas consecutivas, melhorou o quadro
geral do paciente, ajudando-o a perder peso e reduzir
o nível de açúcar do sangue (glicose) por volta de
13%.
O
estudo analisou um grupo de oito pessoas com diabete do tipo 2,
ou diabete adulta. Tais pacientes apresentam idade
superior a 45 anos e excesso de peso. Ingerindo uma dieta saudável com
pouca gordura, mantendo o peso e praticando exercícios regularmente,
a diabete do tipo 2 é controlada. Somente em alguns casos é necessário
o uso de medicamentos.
Os
pesquisadores conduziram o estudo para observar se o uso de spas
oferece um efeito benéfico similar a prática de exercícios para estes
pacientes.
“Durante
o desenvolvimento do estudo foi observado uma melhora no sono e na sensação
geral de bem estar”, descreve Hooper. Após 10
dias de terapia de spa, um participante do
estudo reduziu a sua dose diária de insulina em 18%.
“Nosso estudo mostra que a terapia do spa deve ser considerada
como uma excelente opção para pacientes de diabete do tipo 2"
afirma Hooper.
Porém,
é necessário ressaltar que o usuário de spas
deve controlar a temperatura da água para evitar queimaduras.
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>>GLOSSÁRIO
(segundo o dicionário da Língua
Portuguesa "HOUAISS")
|
Hidroterapia (datado originalmente em 1843)
substantivo
feminino
1)
uso da água
sob formas diversas (banhos, duchas, loções,
compressas úmidas etc.) com fins terapêuticos;
2) qualquer
terapia que faça uso de água.
Obs.: cf. crenoterapia
Sinônimos
hidriatria,
hidroterapêutica.
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Diaforético (ref.: fisiologia,
farmacolgia e medicina)
adjetivo
1)
relativo a ou em que há diaforese;
adjetivo
e substantivo masculino
2) que
ou o que induz à transpiração
profusa (diz-se de medicamento); sudorífero;
substantivo
feminino
3)
sudação, transpiração
intensa.
|
Emético (ref.: farmacologia)
adjetivo
e substantivo masculino
1)
que ou o que provoca vômito, náuseas;
vomitório, vomitivo (diz-se de substância);
|
Eritema (ref.: dermatologia)
substantivo
feminino
1)
vermelhidão da pele, devido
à vasodilatação dos capilares
cutâneos.
|
Natriures (ref.: medicina)
substantivo
feminino
1)
aumento da excreção urinária
de sódio; natriuria, natriúria.
|
>>BIBLIOGRAFIA
(fontes de apoio e pesquisa consultados)
|
>>Neurônio - O Portal Universitário
www.neuronio.com.br
|
>>Planeta Natural
www.planetanatural.com.br
|
>>Epoosland
www.epoolandspa.com
|
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 |
|
Uma banheira-spa é
qualidade de vida, é diversão saudável, é
tudo de bom! Relaxa músculos e mente, traz uma ótima
sensação revigorante. E para você ter o maior
prazer com isso, conte com os seviços de suporte
e consultoria
da PISCINA E SOSSEGO.
.::.DIVISÕES
DA HIDROTERAPIA.::.
A hidroterapia divide-se, de forma mais
simples, em:
!-HIDROTERMOTERAPIA: quando a água age
mais como condutora de calor/frio, cuja ação se deseja
(envoltórios, compressas, banhos quentes/frios e de contraste,
sauna) ;
2-HIDROMECANOTERAPIA: (hidromassagem,
ducha, turbilhão), em que se soma o efeito mecânico ao
térmico, com jatos d'água dirigidos às regiões que se
deseja tratar.
3-HIDROCINETICOTERAPIA: (piscina
terapêutica e tanque de Hubbard) utiliza a redução da ação
da gravidade sobre os corpos imersos, para facilitar a cinesioterapia.
Além destas 3 divisões clássicas, temos
ainda mais outras 7 classificações:
1-HIDROMASSAGEM:
quando à temperatura junta-se ao efeito mecânico,
através de um processo de turbilhonamento e borbulhas.
2-HIDROGINÁSTICA: quando realiza-se
movimento mecânico coordenado dentro d'água, fortalecendo
musculatura e tonificando a pele.
3-BALNEOTERAPIA: onde usam-se águas
naturais com substâncias naturalmente nela dissolvidas, ou águas
nas quais artificialmente se dissolveram substâncias variadas.
4-HIDROTERAPIA DE AÇÃO INTERNA:
nos casos das águas minerais.
5-HIDROTERAPIA DE EFEITO EXTERNO:
em todos os outros casos.
6-HIDROTERAPIA DE AÇÃO GERAL:
quando sua ação atinge todo o corpo.
7-HIDROTERAPIA LOCAL OU PARCIAL: quando
sua ação terapêutica se faz sentir apenas em determinadas
parte do corpo.
.::.TÉCNICAS DE HIDROMASSAGEM.::.
Há inúmeros tipos de BANHOS específicos para
cada tratamento em fisioterapia. Dentre algumas substâncias
acrescentadas ao BANHO, para efeitos terapêuticos,
incluem-se mostarda, amido, farelo, farinha de aveia, bicarbonato
de sódio, enxofre, alcatrão, sal e permanganato de potássio.
Distingüimos banhos frios e quentes,
ascendentes (frio~quente) e descendentes (quente~frio),
totais e parciais - com ou sem adição de substâncias
externas - e banhos alternados.
Veja os mais relevantes tipos de banhos
e como fazê-los:
*BANHO
FRIO: tem forte efeito estimulante, e por isso um banho
frio total só deve ser usado por quem possui uma boa circulação.
Faça-o apenas durante 30/60 segundos. Mais tolerados
são o banho frio parcial, o semicúpio ou o
banho de assento. O banho frio de curta duração
aumenta o tono muscular, produze palidez da pele e a contração
das fibras cutâneas, causando efeito de "pele arrepiada", seguido
de vermelhidão; diminui a freqüência cardíaca e aumenta o período
da diástole, elevando a pressão sangüínea; causa contração dos
vasos sangüíneos; faz com que se ofegue e respire profundamente;
aumenta o metabolismo e a quantidade de oxigênio inspirada,
produzindo sensação refrescante. Antes de iniciá-lo é preciso
aquecer o corpo. Banhos frios de longa duração produzem rigidez,
calafrio e diminuição da capacidade funcional. Banho
fresco a temperatura de 30°C
(o banho frio tem cerca de 20°C) é particularmente
útil aos psico-vegetativos e convalescentes.
*BANHO MORNO: sendo de curta duração
diminui a fadiga e a irritabilidade; relaxa os músculos. Se
prolongado, possui tem efeito irritante. Estimulam
também as glândulas sudoríparas, dilatam os vasos sangüíneos
periféricos, portanto, aumentam ligeiramente o trabalho cardíaco,
diminui a pressão sangüínea, faz com que o paciente ofegue (mas
não de forma tão profunda quanto no caso dos banhos frios),
aumenta o metabolismo basal (se não for muito quente e se
permanecer por um longo período de tempo) e alivia a dor
mais eficazmente do que os banhos frios.
*BANHO QUENTE TOTAL: é dado à temperatura
de 35°C, sendo indicado para neurastenia,
insônia e nas úlceras de decúbito. É conveniente também para
catarros, reumatismo e espondilose. Contra-indicação:
hipertonia e descompensação circulatória. Depois do banho quente,
não se esquecer de resfriar a água ou lavar-se com água fria.
*BANHO ASCENDENTE TOTAL: usa-se a água
quente, até o umbigo, tapando a banheira. Através de uma
pequena abertura, eleva-se muito lentamente a temperatura da
água, sem deixar subir o seu nível. Logo que se começa a suar,
o indivíduo, sem ser enxuto, é enrolado num pano seco e numa
manta, deixando-o transpirar ainda na cama (pode-se dar
limão quente, chá de tília ou de sabugueiro). No final,
lavá-lo com água fresca e mudar a roupa. O banho ascendente
facilita a circulação e baixa a tensão arterial, aumenta a corrente
linfática e melhora as condições de defesa nos doentes com princípios
de febre. Está indicado nos que necessitam de calor, tais como:
anêmicos e débeis, cardíacos, fracos de metabolismo e da circulação
(varizes, hemorróidas, etc.)
*BANHO ASCENDENTE PARCIAL: nas pernas, é feito
até os joelhos, nos braços até às axilas, com a temperatura
até 45°C, aumentando-a muito lentamente,
durante uns 15 minutos. Indicado aos hipertensos, asmáticos,
cardíacos, para angina de peito, resfriamentos da anemia e reumatismo.
Ao final, uma rápida aplicação de água fria e descanso. A indicação
principal consiste nas perturbações de irrigação arterial, úlceras,
varizes e fístulas.
*SEMICÚPIO: é tomado de forma que a água
chegue até a metade do corpo ou ao umbigo. Quando as
pernas ficam fora da tina, fala-se Banho de Assento.
Quando é tomado frio, demora-se 30/60 segundos e é
indicado para insônia, prisão de ventre, hemorróidas, falta
de menstruação e na neurastenia. Quando tomado quente,
deve-se finalizá-lo em frio. O semicúpio quente
pode ser utilizado para aliviar a dor na prostatite, hemorróidas,
dismenorréia, coccigodinia, problemas no ventre e na falta recente
de menstruação. Pode tirar o sono, quando feito de noite. Pode-se
juntar a ele palhas de aveia, cavalinha, camomila, etc. O banho
quente de assento (quando o nível da água
atinge o umbigo e senta-se na banheira com as pernas para fora)
deve ter temperatura entre 36~40°C
e sua duração deve ser de 15/30 minutos. O tórax e
os membros do paciente devem ser recobertos, sendo os pés e
as pernas enrolados num cobertor separado.
*BANHO VITAL: toma-se sentado num bidê, ou
balde, ou ainda, num bando dentro de uma tina. O ventre é esfregado
com um pano bem molhado em água fria. A fricção é circular em
sentido horário. Este procedimento dura 5/10 minutos.
O banho vital é um dos melhores meios para derivar,
enrijar e estimular todas as forças de defesa, aumentando a
função dos sucos digestivos. Também contribui para aumentar
o peso. Procede-se analogamente aos banhos ascendentes.
Mas, a partir da água quente, desce muito lentamente
até à água fria. Indicado na hipotonia e para tonificar
os fracos e anêmicos.
*BANHO DOS OLHOS: lavar os olhos debaixo de
água, a 18~25°C abrindo-os e fechando-os.
Recomendado para conjuntivite, blefarite (inflamação nas
pálpebras) e no terçol. Pode-se juntar malva, funcho, eufrásia,
rosa e camomila.
*BANHO DA BOCA: indicado em casos de catarros,
angina, laringite.
*BANHO DOS PÉS: é tomado quente, como medida
higiênica, e particularmente quente para derivar dores de cabeça,
curar catarros e afastar dores reumáticas e provocar menstruação.
Indicado à hipertensão. Tomado frio, durante 2/3 minutos,
serve contra insônia, para fortalecer os que sofrem de catarros
crônicos e de resfriamentos e para derivar hemorragias. Contra-indicado
para anemia cerebral, convulsões, cistite e nefrite.
Uma modalidade é o andar na água, na relva molhada de orvalho,
na ribeira ou numa tina, com a água até os tornozelos, chapinhando.
Ainda se menciona o banho ascendente dos pés, indicado
em hipertonia, arteriosclerose, fraqueza cardíaca, asma e nos
pés frios.
*BANHO FRIO DAS PERNAS: é tomado durante meia
hora, indicado na elefantíase e nas úlceras varicosas com
trombos antigos. Muito especial é o andar descalço na neve,
o que faz aquecer e enrijar.
*BANHOS ALTERNADOS (totais / parciais):
são feitos aplicando água quente durante 2 minutos
e, no choque, água fria durante meio minuto,
repetindo-se algumas vezes. Servem de ótimo treino dos vasomotores,
e são indicados para má circulação (pés frios, frieiras,
etc.), dores de cabeça, insônia, neurastenia e nas perturbações
do climatério.
*BANHO DE CONTRASTE: os banhos de contraste
consistem em imersões súbitas dos membros em água quente
e fria, alternadamente. Utilizam-se 2 recipientes suficientemente
grandes para acomodar ambos os braços ou pernas. A água quente
deve ser mantida numa temperatura de 15~19°C.
Para os pacientes diabéticos, a temperatura da água quente deve
ser baixada a 40°C. Deve-se iniciar o banho imergindo
em água quente a região (ou regiões) a ser
tratada, durante 10 minutos.
Em seguida, a região é transferida imediatamente para água
fria durante 1 minuto e depois, imersa novamente
na água quente durante 1 minuto, após o que,
novamente se imerge na água fria por mais 1 minuto.
Este ciclo de 3 minutos é repetido durante o período
de tempo prescrito a cada 20/30 minutos, sendo sempre
precedido pela imersão em água quente durante 10
minutos.
*BANHOS DE VAPOR D'ÁGUA: o vapor hiperemiza,
absorve, purifica e tem efeito analgésico. O banho de vapor
é indicado para melhorar a atividade do metabolismo (reumáticos,
gotosos, obesos, diabéticos, etc.) e da pele (inflamações,
eczemas, exantemas, sífilis, etc.). Tem desvantagem perante
a sauna
ou banho de sudação elétrico, isto é, de ar quente.
Por isso convém ter cuidado especial com os cardíacos. Em geral,
pode ser tomado na cama, pondo água a evaporar em cima da fonte
de calor colocada no chão debaixo do colchão de arame; também
pode ser feito numa cadeira de palha com assento perfurado.
O corpo é sempre enrolado por mantas e a cabeça leva panos úmidos.
Distinguimos ainda os banhos de vapor parciais, das
nádegas, do ventre aos pés, à cabeça, etc. A inalação pode ser
feita durante 15 minutos, mantendo a cabeça sobre a
panela com água a evaporar e debaixo de uma toalha turca. Pode-se
adicionar eucalipto e benjoim. A inalação é ótima contra as
constipações, a sinusite e a bronquite.
*BANHO DE HIPER-AQUECIMENTO DE SCHLENZ:
o corpo inteiro conjunto com a cabeça, permanece debaixo de
água muito quente, ficando apenas o nariz de fora da superfície.
Devido ao bloqueio total da eliminação do calor estagnado, é
alcançado uma autêntica febre artificial, pois a banheira é
coberta com uma tampa que mantém a temperatura a 40°C.
Trata-se de uma medida terapêutica severa e de efeito
superior ao banho
de sauna.
*BANHO DE IMERSÃO NO TANQUE DE HUBBARD:
o tanque (banheira) de Hubbard é usado
sobretudo na administração de exercícios subaquáticos,
para o alívio da dor e de espasmos musculares; é também muito
útil no tratamento de certas patologias ortopédicas. Pode ser
necessário neste tratamento usar um guincho suspenso
a fim de manter o paciente no tanque. Em alguns hospitais, utiliza-se
uma maca de lona juntamente com o guincho. O paciente é colocado
na maca, a qual é levantada por meio de 4 cabos que se estendem
desde o guincho até os 4 cantos da maca, que em seguida é colocada
sobre o tanque e imersa na água, que é mantida numa temperatura
de 35 a 40°C. Algumas vezes, retiram-se
os cabos, outras não. Enquanto o paciente está no tanque, coloca-se
um apoio para as costas ou a cabeça, permitindo-lhe assim deitar-se
confortavelmente na água e mover livremente os braços e as pernas.
O terapeuta ou auxiliar permanece ao lado da banheira para dirigir
e ajudar o paciente a realizar vários tipos de exercícios. A
duração do tratamento costuma ser de 20 a 25 minutos.
*BANHOS AROMÁTICOS: esses banhos são com extratos
de ervas aromáticas e vários tipos de madeira
que estimulam a pele. O efeito depende da presença de óleos
essenciais. O banho aromático
mais conhecido é o banho de pinho. Esse banho
trata da insônia, das alterações nervosas, das queixas reumáticas
e da diminuição da circulação da pele. O banho de camomila
é usado com o banho de pinho por causa da sua influência
relaxante e pela aceleração do processo de cura de certas lesões.
O vapor de camomila também pode ser inalado, quando
se tiver um resfriado.
*BANHOS MINERAIS: são todos os banhos
que tenham os cátions magnésio, potássio e sódio e os ânions
de óxido sulfúrico, ácido carbônico e clorina. Os materiais
químicos dissolvidos na água são depositados na superfície da
pele e algumas chegam a penetrá-la. Eles são reabsorvidos pela
corrente sangüínea. O banho medicinal mais
conhecido é o de cloreto de sódio (salmoura).
Vários outros sais são encontrados, principalmente os de magnésio
e cálcio, que estimulam melhor a circulação na pele e diminuem
a susceptibilidade aos resfriados.
Para atletas, esse tipo de banho a temperatura de água média
é o relaxamento ideal após treinamentos físicos. Banhos
sulfurosos melhoram a circulação da pele, aumentam o metabolismo,
e aumentam a mobilização das defesas contra doenças.
*BANHOS FÍSICOS: para esse tipo de banho, somente
a temperatura e a pressão da água são importantes. A constituição
química da água é irrelevante. Banhos frios totais não são comuns
no tratamento de atletas. Banhos quentes totais também não são
aconselháveis para atletas sadios, pois isso aumenta a temperatura
do corpo. Não há objeção as duchas quentes rápidas com proposta
de relaxamento muscular antes da competição, se esta for concluída
com um jato de água fria. Os estímulos provocados pelo frio
e pelo calor são revigorantes e refrescantes. Estes estímulos
rápidos aumentam o tônus dos músculos esqueléticos, estimulam
os nervos motores e melhoram a performance dos músculos.
*BANHO "STANGER": são aplicados em banheiras
construídas especialmente para esta finalidade e que possuem
eletrodos nas suas bordas. A corrente
pode ser direcionada para eletrodos individuais. Nesse
banho o corpo pode assumir uma grande variedade de posições.
O banho "Stanger" é para pessoas com paralisia, problemas
circulatórios, alterações reumáticas e lesões atléticas.
*BANHOS DE PISCINA: o banho de piscina
é um meio valioso de tratamento de atletas. Tornou-se
extremamente popular nos EUA. O princípio
é combinar o estímulo térmico da água com o estímulo
mecânico. Para isso ocorrer, é necessário um jato de
água dentro da piscina. Além disso, um jato de ar quente
é injetado dentro da água, através de um pequeno orifício. Dependendo
do tamanho, o banho de piscina pode ser usado
como um banho parcial para pernas e braços, ou como
um banho total para todo o corpo. Não deve ser
comparado com massagem subaquática, pois seu componente
mecânico é mais fraco; além disso, não pode ser aplicado em
áreas específicas. São aplicados após lesões e para pacientes
com problemas circulatórios e distúrbios reumáticos, inclusive
alterações reumáticas musculoarticulares e também como relaxamento
após atividades físicas.
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